Frases e Pensamentos de Hegel

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HEGEL

23 resultados encontrados

Nada existe de grandioso sem Paixão
( HEGEL )


Nada de grande se realizou no mundo sem paixão
( HEGEL )


Povo é a parte da nação que não sabe o que quer
( HEGEL )


O homem não é mais do que a série dos seus actos
( HEGEL )


As ideias que revolucionam o mundo avançam a passo miúdo
( HEGEL )


Um povo que considera a natureza seu deus não pode ser um povo livre
( HEGEL )


O tempo, essa inquietação pura da vida e esse processo de absoluta distinção
( HEGEL )


Quanto ao seu supremo destino, a arte permanece para nós uma coisa do passado
( HEGEL )


O verdadeiro é o delírio báquico no qual nenhum membro deixa de estar embriagado
( HEGEL )


Grandeza, entidade variável mas que, apesar da sua variação, continua sempre a ser a mesma
( HEGEL )


Nada existe de grandioso sem Paixão
( Frases e Pensamentos de Hegel) Mensagem sobre Paixão


A verdadeira figura na qual a verdade existe só pode ser o sistema científico dessa verdade
( HEGEL )


A necessidade, a natureza e a história não são mais do que instrumentos da revelação do Espírito
( HEGEL )


O Estado é a forma histórica específica na qual a liberdade adquire uma existência objectiva e usufrui da sua objectividade
( HEGEL )


O estado da natureza é, antes, o estado da injustiça, da violência, do instinto natural desenfreado, das acções e dos sentimentos desumanos
( HEGEL )


A filosofia vem sempre demasiado tarde. Enquanto pensamento do mundo, só aparece quando a realidade realizou e terminou o seu processo de formação
( HEGEL )


O artista não precisa de filosofia e, se pensa como filósofo, entrega-se a um trabalho que está justamente em oposição à forma do saber próprio da arte
( HEGEL )


A harmonia da infância é um dom da natureza; a segunda harmonia deve resultar do trabalho e do culto ao espírito.
( Georg Wolhelm Friederich Hegel ) Mensagem sobre Filosofia


A necessidade geral da arte é a necessidade racional que leva o homem a tomar consciência do mundo interior e exterior e a lazer um objecto no qual se reconheça a si próprio
( HEGEL )


O mais alto objectivo da Arte é o que é comum à Religião e à Filosofia. Tal como estas, é um modo de expressão do divino, das necessidades e exigências mais elevadas do espírito
( HEGEL )


O Artista e a sua Obra ( HEGEL )

O artista tem pois essa experiência com a sua obra: ele não produziu uma
essência igual a ele mesmo. Sem dúvida, da sua obra retorna para ele uma
consciência, pois uma multidão admirativa honra a obra como o espírito que é a
essência deles. Essa admiração, porém, ao lhe restituir a sua consciência de si
apenas como admiração é antes uma confissão feita ao artista de que ela não é
igual a ele. Uma vez que o seu Si retorna para ele como júbilo em geral, ali ele
não encontra nem a dor da sua formação e da sua produção, nem o esforço do seu
trabalho. Os outros podem de facto julgar a obra ou trazer-lhe oferendas,
conceber, de algum modo, que ela seja a sua consciência; se eles se colocam com
o seu saber acima dela, o artista, pelo contrário, sabe o quanto a sua operação
vale mais do que a compreensão e o discurso deles; se eles se colocam abaixo
dela e nela reconhecem a essência deles que os domina, ele conhece-a, pelo
contrário, como o seu senhor.


A Razão ( HEGEL )

A razão é a suprema união da consciência e da consciência de si, ou seja, do
conhecimento de um objecto e do conhecimento de si. É a certeza de que as suas
determinações não são menos objectais, não são menos determinações da essência
das coisas do que são os nossos próprios pensamentos. É, num único e mesmo
pensamento, ao mesmo tempo e ao mesmo título, certeza de si, isto é,
subjectividade, e ser, isto é, objectividade.
(...) A razão é tão poderosa quanto ardilosa. O seu ardil consiste em geral
nessa actividade mediadora que, deixando os objectos agirem uns sobre os outros
conforme à sua própria natureza, sem se imiscuir directamente na sua acção
recíproca, consegue, contudo, atingir unicamente o objectivo a que se propõe.
(...) A Razão governa o mundo e, consequentemente, governa e governou a história
universal. Em relação a essa razão universal e substancial, todo o resto é
subordinado e serve-lhe de instrumento e de meio. Ademais, essa Razão é imanente
na realidade histórica, realiza-se nela e por ela. É a união do Universal
existente em si e por si e do individual e do subjecitvo que constitui a única
verdade.


A Mente Universal ( HEGEL )

A mente universal manifesta-se na arte como intuição e imaginação; na religião
manifesta-se como sentimento e pensamento representativo; e na filosofia ocorre
como liberdade pura de pensamento. Na história mundial a mente universal
manifesta-se como actualidade da mente, na sua integridade de internalidade e de
externalidade. A história do mundo é um tribunal porque, na sua absoluta
universalidade, o particular, isto é, as formas de culto, sociedade e espíritos
nacionais em todas as suas diferentes actualidades, está presente apenas como
ideal, e aqui o movimento da mente é a manifestação disto mesmo...
A história do mundo não é o veredicto da força, isto é, de um destino cego
realizando-se a si mesmo numa inevitabilidade abstracta e não-racional. Pelo
contrário, porque a mente é razão implícita e explicitamente, e porque a razão é
explícita para si mesma, na mente, enquanto conhecimento, a história do mundo é
o desenvolvimento necessário, decorrente da liberdade da mente, dos momentos da
razão e, deste modo, da autoconsciência e da liberdade da mente.
A história da mente é a sua acção. A mente é apenas o que faz, e a sua acção faz
dela o objecto da sua própria consciência. Através da história, a sua acção
ganha consciência de si mesma como mente, e apreende-se na sua interpretação de
si mesma para si mesma. Esta apreensão é no seu ser e no seu princípio, e a
realização desta apreensão numa dada fase é simultaneamente a rejeição dessa
fase e a sua elevação a uma fase mais elevada.