Frases e Pensamentos de Faculdade

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FACULDADE

14 resultados encontrados

Só há um princípio motor: a faculdade de desejar.
( ARISTÓTELES )


A faculdade de um ser de agir segundo as suas representações chama-se «vida»
( IMMANUEL KANT )


O homem encontra realmente em si uma faculdade pela qual se distingue de todas as outras coisas, mesmo de si mesmo na medida em que é afectado por objectos, e essa faculdade é a razão
( IMMANUEL KANT )


O juízo em geral é a faculdade de pensar o particular como compreendido sob o universal
( IMMANUEL KANT )


Se você quer trepar, vá à faculdade. Mas se você quer aprender alguma coisa, vá à biblioteca.
( Frank Zappa )


A faculdade de granjear amizades é de longe a mais eminente entre todas aquelas que contribuem para a sabedoria da felicidade
(Frases e Pensamentos de Epicuro )


Fiz tão bem o meu curso de Direito que, no dia que me formei, processei a Faculdade, ganhei a causa e recuperei todas as mensalidades que havia pago.
( Fred Allen )


Ser feliz é necessariamente o desejo de todo o ser razoável mas finito, portanto é inevitavelmente um princípio determinante da sua faculdade de desejar
( IMMANUEL KANT )


Felicidade é Capacidade de Contemplação ( ARISTÓTELES )

Quanto mais se desenvolve a nossa faculdade de contemplar, mais se
desenvolvem as nossas possibilidades de felicidade, e não por acidente, mas
justamente em virtude da natureza da contemplação. Esta é preciosa por ela
mesma, de modo que a felicidade, poderíamos dizer, é uma espécie de
contemplação.


Como a Vida Termina( CHARLES CHAPLIN )

A coisa mais injusta sobre a vida é a maneira como ela termina. Eu acho que o
verdadeiro ciclo da vida está todo de trás pra frente. Nós deveríamos morrer
primeiro, nos livrar logo disso.
Daí viver num asilo, até ser chutado pra fora de lá por estar muito novo. Ganhar
um relógio de ouro e ir trabalhar. Então você trabalha 40 anos até ficar novo o
bastante pra poder aproveitar sua aposentadoria. Aí você curte tudo, bebe
bastante álcool, faz festas e se prepara para a faculdade.
Você vai para colégio, tem várias namoradas, vira criança, não tem nenhuma
responsabilidade, se torna um bebezinho de colo, volta pro útero da mãe, passa
seus últimos nove meses de vida flutuando. E termina tudo com um ótimo orgasmo!
Não seria perfeito?


"O sucesso e a felicidade não dependem somente de uma pessoa fazer o que gosta. Entendendo que esta pessoa seja competente, disciplinada, ética, criativa, com iniciativa e cidadã. O sucesso e a felicidade dependem também da pessoa saber lidar com o que não gosta. Pois o que a pessoa gosta traz também algo que ela não gosta. Se as pessoas largarem o que gostam por não saberem lidar com o que não gostam, elas vão restringindo cada vez mais os seus campos de ação. Pessoas de sucesso e felizes não têm portas fechadas à sua frente. Acompanhando os jovens percebo que eles são capazes de largar uma faculdade por não conseguir superar suas dificuldades com uma ou outra matéria, outros largam seus sonhos por não conseguir estabelecer uma estratégia de realização. Esses são algumas das conseqüências de uma educação muito permissiva que aceita que os filhos não cumpram suas tarefas até o fim. Os pais destes jovens tomaram para si a responsabilidade de deixarem os filhos fazerem o que tiverem vontade. Assim, deixaram de preparar os filhos para a vida. O sucesso não é o que a própria pessoa se apregoa. O sucesso é o reconhecimento que outras pessoas lhe dão. Felicidade é uma sensação interior que se aprende a desenvolver, curtindo o que tem, sem ficar chorando pelo que não tem..." (Frases e Pensamentos de Içami Tiba)


A Indagação das Causas e dos Princípios ( ARISTÓTELES )

Visto que esta ciência (a filosofia) é o objecto das nossas indagações,
examinemos de que causas e de que princípios se ocupa a filosofia como ciência;
questão que se tomará muito mais clara se examinarmos as diversas ideias que
formamos do filósofo. Em primeiro lugar, concebemos o filósofo principalmente
como conhecedor do conjunto das coisas, enquanto é possível, sem contudo possuir
a ciência de cada uma delas em particular. Em seguida, àquele que pode alcançar
o conhecimento de coisas difíceis, aquelas a que só se chega vencendo graves
dificuldades, não lhe chamaremos filósofo? De facto, conhecer pelos sentidos é
uma faculdade comum a todos, e um conhecimento que se adquire sem esforço em
nada tem de filosófico. Finalmente, o que tem as mais rigorosas noções das
causas, e que melhor ensina estas noções, é mais filósofo do que todos os outros
em todas as ciências. E, entre as ciências, aquela que se procura por si mesma,
só pelo anseio do saber, é mais filosófica do que a que se estuda pelos seus
resultados; assim como a que domina as mais é mais filosófica do que a que se
encontra subordinada a qualquer outra. Não, o filósofo não deve receber leis,
mas sim dá-las; nem é necessário que obedeça a outrem, mas deve obedecer-lhe o
que seja menos filósofo.
(...) Pois bem: o filósofo que possuir perfeitamente a ciência do geral tem
necessariamente a ciência de todas as coisas, porque um homem em tais
circunstâncias sabe, de certo modo, tudo quanto está compreendido sob o geral.
Todavia, pode dizer-se também que se toma muito difícil ao homem alçar-se aos
conhecimentos mais gerais; as coisas que são seus objectos como que estão mais
distantes do alcance dos sentidos.
(...) De tudo quanto dissemos sobre a própria ciência resulta a definição da
filosofia que procuramos. É imprescindível que seja a ciência teórica dos
primeiros princípios e das primeiras causas, porque uma das causas é o bem, a
razão final. E que não é uma ciência prática, prova-o o exemplo dos que
primeiramente filosofaram. O que, a princípio, levou os homens a fazerem as
primeiras indagações filosóficas foi, como é hoje, a admiração. Entre os
objectos que admiravam e que não podiam explicar, aplicaram-se primeiro aos que
se encontravam ao seu alcance; depois, passo a passo, quiseram explicar os
fenómenos mais importantes; por exemplo, as diversas fases da Lua, o trajecto do
Sol e dos astros e, finalmente, a formação do universo. Ir à procura duma
explicação e admirar-se é reconhecer que se ignora. (...) Portanto, se os
primeiros filósofos filosofaram para se libertarem da ignorância, é evidente que
se consagraram à ciência para saber, e não com vista à utilidade.


Felicidade e Virtude ( ARISTÓTELES )

Como, ao que parece, há muitos fins e podemos buscar alguns em vista de
outros: por exemplo, a riqueza, a música, a arte da flauta e, em geral, todos
aqueles fins que podem denominar-se instrumentos, é evidente que nenhum desses
fins é perfeito e definitivo por si mesmo. Mas o sumo bem deve ser coisa
perfeita e definitiva. Por conseguinte, se existe uma só e única coisa que seja
definitiva e perfeita, ela é precisamente o bem que procuramos; e se há muitas
coisas deste género, a mais definitiva entre elas será o bem. Mas, em nosso
entender, o bem que apenas deve buscar-se por si mesmo é mais definitivo que
aquele que se procura em vista de outro bem; e o bem que não deve buscar-se
nunca com vista noutro bem é mais definitivo que os bens que se buscam ao mesmo
tempo por si mesmos e por causa desse bem superior; numa palavra, o perfeito, o
definitivo, o completo, é o que é eternamente apetecível em si, e que nunca o é
em vista de um objecto distinto dele.
Eis aí precisamente o carácter que parece ter a felicidade; buscamo-la por ela e
só por ela, e nunca com mira em outra coisa. Pelo contrário, quando buscamos as
honras, o prazer, a ciência, a virtude, sob qualquer forma que seja, desejamos,
indubitavelmente, todas essas vantagens por si mesmas; pois que,
independentemente de toda outra consequência, desejaríamos cada uma delas;
todavia, desejamo-las também com mira na felicidade, porque cremos que todas
essas diversas vantagens no-la podem assegurar; enquanto ninguém pode desejar a
felicidade, nem com mira nestas vantagens, nem, de maneira geral, com vista em
algo, seja o que for, distinto da felicidade mesma.
(...) Todavia, ainda convindo connosco em que a felicidade é, sem contradita, o
maior dos bens, o bem supremo, talvez haja quem deseje conhecer melhor a sua
natureza.
O meio mais seguro de alcançar esta completa noção é saber qual é a obra própria
do homem. (...) Viver é uma função comum ao homem e às plantas, e aqui apenas se
busca o que é exclusivamente especial ao homem; é por isso necessário pôr de
lado a vida de nutrição e de desenvolvimento. Em seguida vem a vida da
sensibilidade, mas esta, por sua vez, mostra-se igualmente comum a todos os
seres - o cavalo, o boi, e em geral a todos os animais, tal como ao homem.
Resta, portanto, a vida activa do ser dotado de razão. Mas neste ser deve
distinguir-se a parte que não possui directamente a razão e se serve dela para
pensar. Além disso, como esta mesma faculdade da razão se pode compreender num
duplo sentido, devemos não esquecer que se trata aqui, sobretudo, da faculdade
em acção, a qual merece mais particularmente o nome que a ambas convém. E assim
o próprio do homem será o acto da alma em conformidade com a razão, ou, pelo
menos, o acto da alma que não pode realizar-se sem a razão. (...) Mas o bem, a
perfeição para cada coisa, varia segundo a virtude especial dessa coisa. Por
conseguinte, o bem próprio do homem é a actividade da alma dirigida pela
virtude; e, como há muitas virtudes, será a actividade dirigida pela mais alta e
a mais perfeita de todas. Acrescente-se também que estas condições devem ser
realizadas durante uma vida inteira e completa, porque uma só andorinha não faz
a Primavera, nem um só dia formoso; e não pode tão-pouco dizer-se que um só dia
de felicidade, nem mesmo uma temporada, bastam para fazer um homem ditoso e
afortunado.