Frases e Pensamentos de Beethoven

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BEETHOVEN

13 resultados encontrados

Ninguém devia barganhar com um artista.
( Ludwig van Beethoven )


Para parecer alguma coisa é preciso ser alguma coisa.
( Ludwig van Beethoven )


A música é a revelação superior a toda sabedoria e filosofia.
( Ludwig van Beethoven )


A alma sensível é como harpa que ressoa com um simples sopro.
( Ludwig van Beethoven )


Há momentos em que acho que a língua ainda não é absolutamente nada.
( Ludwig van Beethoven )


Aplaudí,amigos,a comédia já acabou.
( Frases e Pensamentos de Ludwig van Beethoven ) Mensagem sobre Morte


Ninguém devia barganhar com um artista.
( Frases e Pensamentos de Ludwig van Beethoven ) Mensagem sobre Artista


A música é a revelação superior a toda sabedoria e filosofia.
( Frases e Pensamentos de Beethoven ) Mensagem sobre Filosofia


Não existe verdadeira inteligência sem bondade.
( Frases e Pensamentos de Ludwig van Beethoven) Mensagem sobre Sabedoria


Encontra-se sempre, aqui e ali, algum semi-deus que consegue viver em condições terríveis, e viver vencedor! Quereis ouvir os seus cantos solitários? Escutai a música de Beethoven.
( FRIEDRICH NIETZSCHE )


Aqueles alemães não ouviam Bach, Wagner, Beethoven, não liam Goethe, Rilke, Hölderlin(?????) à noite, e de dia não trabalhavam em Auschwitz? A gente nunca sabe nada sobre o outro. E aquele lá de cima, o Incognoscível, em que centésima carreira de pó cintilante sua bela narina se encontrava quando teve a idéia de criar criaturas e juntá-las? Oscar, traga os meus sais.


Oh! júbilo, centelha clara e ardente do divino fulgar, luz essencial! Ébrios de teu clarão onipotente, penetrantes em teu santuário ideal. Une-se ao teu prestígio, novamente, tudo o que separou, na vida o mal. De novo os homens trêmulos se irmanam ao resplendor de tua chama celestial! Aquele a quem os fados concederam um amigo na vida, o que achou de uma doce companheira à sombra apetecida, venha conosco, em júbilo cantar. Sim, todos os que podem chamar sua alma, neste vale de agonia. Mas, o que não logrou essa conquista, fuja, chorando, a nossa companhia pois não nos pode acompanhar! Sorvem júbilo puro os seres todos no seio ultriz da natureza clara, sejam bons, sejam maus, hinos e ápodos todos são filhos seus.
( Ludwig van Beethoven )


Delicatessen ( Hilda Hilst )

Você nunca conhece realmente as pessoas. O ser humano é mesmo o mais
imprevisível dos animais. Das criaturas. Vá lá. Gosto de voltar a este tema.
Outro dia apareceu uma moça aqui. Esguia, graciosa, pedindo que eu autografasse
meu livro de poesia, "tá quentinho, comprei agora". Conversamos uns quinze
minutos, era a hora do almoço, parecia tão meiga, convidei-a para almoçar,
agradeceu muito, disse-me que eu era sua "ídala", mas ia almoçar com alguém e
não podia perder esse almoço. Alguém especial?, perguntei. Respondeu nítida: "pé
-de-porco". Não entendi. Como? "Adoro pé-de-porco, pé-de-boi também". Ahn...
interessante, respondi. E ela se foi apressada no seu Fusquinha. Não sei por que
não perguntei se ela gostava também de cu de leão. Enfim, fiquei pasma.
Surpresas logo de manhã.
Olga, uma querida amiga passando alguns dias aqui conosco, me diz: pois você
sabe que me trouxeram uma noite um pé-perna de porco, todo recheado de
inverossímeis, como uma delicadeza para o jantar? Parecia uma bota. Do demo,
naturalmente. E lendo uma entrevista com W. H. Auden, um inglês muito
sofisticado, o entrevistador pergunta-lhe: "O que aconteceu com seus gatos?"
Resposta: "Tivemos que matá-los, pois nossa governanta faleceu". Auden também
gostava de miolo, língua, dobradinha, chouriços e achava que "bife" era uma
coisa para as classes mais baixas, "de um mau gosto terrível", ele enfatiza. E
um outro cara que eu conheci, todo tímido, parecia sempre um urso triste, também
gostava de poesia... Uma tarde veio se despedir, ia morar em Minas... Perguntei:
"E todos aqueles gatos de que você gostava tanto?" Resposta: "Tive de matá-los".
"Mas por quê?!" Resposta: "Porque gatos gostam da casa e a dona que comprou
minha casa não queria os gatos". "Você não podia soltá-los em algum lugar,
tentar dar alguns?" Olhou-me aparvalhado: "Mas onde? Pra quem?" "E como você os
matou?" "A pauladas", respondeu tranqüilo, como se tivesse dado uma morte feliz
a todos eles. E por aí a gente pode ir, ao infinito. Aqueles alemães não ouviam
Bach, Wagner, Beethoven, não liam Goethe, Rilke, Hölderlin(?????) à noite, e de
dia não trabalhavam em Auschwitz? A gente nunca sabe nada sobre o outro. E
aquele lá de cima, o Incognoscível, em que centésima carreira de pó cintilante
sua bela narina se encontrava quando teve a idéia de criar criaturas e
juntá-las? Oscar, traga os meus sais.