Frases e Pensamentos de aristoteles

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ARISTOTELES

128 resultados encontrados

A partir de um certo ponto, o dinheiro deixa de ser objetivo. O interessante é o jogo.
( Frases e Pensamentos de ARISTOTELES ONASSIS)


As pessoas dividem-se entre aquelas que poupam como se vivessem para sempre e aquelas que gastam como se fossem morrer amanhã.
( ARISTÓTELES )


A partir de um certo ponto, o dinheiro deixa de ser o objetivo. O interessante é o jogo.
( Frases e Pensamentos de ARISTOTELES ONASSIS)


Um milionário deve sempre viver um pouco além de suas posses para manter a credibilidade.
( Frases e Pensamentos de ARISTOTELES ONASSIS)


Um milionário deve sempre viver um pouco além de suas posses - para manter a credibilidade.
( Frases e Pensamentos de ARISTOTELES ONASSIS)


Pinto os cabelos de preto para os encontros amorosos e de branco para as reuniões de negócios.
( Frases e Pensamentos de ARISTOTELES ONASSIS)


Para mim, não passa de um bando de chefs italianos gritando receitas de risotos uns para os outros.
( Frases e Pensamentos de ARISTOTELES ONASSIS)


Somos o que fazemos repetidamente. Por isso o mérito não está na ação e sim no hábito.
( Frases e Pensamentos de Aristóteles) Mensagem sobre Vida


A democracia surgiu quando, devido ao fato de que todos são iguais em certo sentido, acreditou-se que todos fossem absolutamente iguais entre si.
( ARISTÓTELES )


A partir de um certo ponto,o dinheiro deixa de ser o objetivo. O interessante é o jogo
( Frases e Pensamentos de Aristóteles Onassis) Mensagem sobre Dinheiro


E os que foram maltratados e acreditam que foram maltratados são terríveis, pois estão sempre em busca de sua oportunidade.
( Aristóteles ) Mensagem sobre Filosofia


Um milionário deve sempre viver um pouco além de suas posses - para manter a credibilidade
( Frases e Pensamentos de Aristóteles Onassis) Mensagem sobre Dinheiro


Um milionário deve sempre viver um pouco além de suas posses - para manter a credibilidade.
( Frases e Pensamentos de Aristóteles Onassis) Mensagem sobre Dinheiro


Qualquer um pode zangar-se - isso é facil. Mas zangar-se com a pessoa certa, na medida certa, na hora certa, pelo motivo certo e da maneira certa - nao é facil.
( ARISTÓTELES )


O amor é o sentimento dos seres imperfeitos,posto que a função do amor é levar o ser humano à perfeição.
( Frases e Pensamentos de Aristóteles) Mensagem sobre Amor


Pinto os cabelos de preto para os encontros amorosos e de branco para as reuniões de negócios.
( Frases e Pensamentos de Aristóteles Onassis) Mensagem sobre Pensamentos


A tragédia é a imitação de uma ação séria e concluída em si mesma... que, mediante uma série de casos que suscitam piedade e terror, tem por efeito aliviar e purificar a alma de tais paixões.
( ARISTÓTELES )


O historiador e o poeta não se distinguem um do outro pelo fato de o primeiro escrever em prosa e o segundo em verso. Diferem entre si, porque um escreveu o que aconteceu e o outro o que poderia ter acontecido.
( ARISTÓTELES )


Para conseguir o sucesso, mantenha um aspecto bronzeado, viva num edifício elegante, ainda que seja no porão, deixe-se ver nos restaurantes da moda, ainda que só se tome uma copa, e se pedir prestado, peça muito.
( Frases e Pensamentos de ARISTOTELES ONASSIS)


A felicidade consiste em acções perfeitamente conformes à virtude, e entendemos por virtude não a virtude relativa, mas a virtude absoluta. Entendemos por virtude relativa a que diz respeito às coisas necessárias e por virtude absoluta a que tem por finalidade a beleza e a honestidade.
( ARISTÓTELES )


Felicidade é Capacidade de Contemplação ( ARISTÓTELES )

Quanto mais se desenvolve a nossa faculdade de contemplar, mais se
desenvolvem as nossas possibilidades de felicidade, e não por acidente, mas
justamente em virtude da natureza da contemplação. Esta é preciosa por ela
mesma, de modo que a felicidade, poderíamos dizer, é uma espécie de
contemplação.


As Uniões Necessárias ( ARISTÓTELES )

A primeira união necessária é a de dois seres que são incapazes de existir
um sem o outro: é o caso do macho e da fêmea tendo em vista a procriação (e essa
união nada tem de arbitrária, mas como nas outras espécies animais e nas
plantas, trata-se de uma tendência natural a deixar atrás de si um outro ser
semelhante); é ainda a união daquele cuja natureza é comandar com aquele cuja
natureza é ser comandado, tendo em vista a sua conservação comum.


Moral Divina ( ARISTÓTELES )

Não se deve escutar as pessoas que nos aconselham, sob o pretexto de que
somos homens, de só pensar nas coisas humanas e, sob pretexto de que somos
mortais, de renunciar às coisas imortais. Mas, na medida do possível, devemos
tornar-nos imortais e tudo fazer para viver conforme à parte mais excelente de
nós mesmos, pois o princípio divino, por mais fraco que seja pelas suas
dimensões, prevalece, e muito, sobre qualquer outra coisa pelo seu poder e pelo
seu valor.


Amizade Condicionada ( ARISTÓTELES )

A amizade é menos frequente entre pessoas azedas e entre os mais velhos,
porque quanto pior for o feitio das pessoas, menor é o prazer que têm no
convívio. Ora o bom feitio e o convívio social são marcas de amizade e motivos
criadores de amizade. Por este motivo, os jovens depressa se tornam amigos, os
velhos, não. É que não se podem tornar amigos daqueles na presença dos quais não
sentem prazer; de modo semelhante se passa com os que estão sempre mal
dispostos. Estes também podem ser benevolentes entre si porque desejam o bem ao
outro e vão ao encontro das necessidades do outro. Contudo, não são
completamente amigos uma vez que não passam juntos o dia nem sentem prazer na
companhia um do outro, coisas que parecem ser marcas distintivas de amizade.
Agora, parece que não é possível ser-se amigo de muitas pessoas, pelo menos no
sentido pleno da amizade, do mesmo modo que não é possível amar ao mesmo tempo
muitas pessoas (tal parece que, na realidade, seria excessivo; e o amor costuma
nascer naturalmente em relação a uma única pessoa), porque não é fácil de
agradar de modo totalmente satisfatório a muitos ao mesmo tempo.


Decisão, Desejo e Ação ( ARISTÓTELES )

A decisão é, na verdade, o que de mais próprio concerne a excelência e é
melhor do que as próprias acções no que respeita à avaliação dos carácteres
humanos. A decisão parece, pois, ser voluntária. Decidir e agir voluntariamente
não é, contudo, a mesma coisa, pois, a acção voluntária é um fenómeno mais
abrangente. É por essa razão que ainda que tanto as crianças como os outros
seres vivos possam participar na acção voluntária, não podem, contudo,
participar na decisão. Também dizemos que as acções voluntárias dão-se
subitamente, mas não assim de acordo com uma decisão.
Os que dizem que a decisão é um desejo, ou uma afecção, ou anseio, ou uma certa
opinião, não parecem dizê-lo correctamente, porque os animais irracionais não
tomam parte nela. Por outro lado, quem não tem autodomínio age cedendo ao
desejo, e, desse modo, não age de acordo com uma decisão. Finalmente, quem tem
autodomínio age, ao tomar uma decisão, mas não age, ao sentir um desejo.
Um desejo pode opor-se a uma decisão, mas já não poderá opor-se a um outro
desejo. O desejo tem em vista o que é agradável e o que é desagradável. A
decisão, contudo, não é feita em vista do desagradável nem do agradável.


Coragem Ilusória ( ARISTÓTELES )

Há cinco espécies de coragem, assim denominadas segundo a semelhança:
suportam as mesmas coisas, mas não pelos mesmos motivos. Uma é a coragem
política: provém da vergonha; a segunda é própria dos soldados: nasce da
experiência e do facto de conhecer, não - como dizia Sócrates - os perigos, mas
os recursos contra eles; a terceira brota da falta de experiência e da
ignorância, e por ela são induzidas as crianças e os loucos, estes quando
enfrentam a fúria dos elementos, aquelas quando pegam em serpentes. Outra espé
cie é a de quem tem esperança: graças a ela, arrostam os perigos aqueles que,
muitas vezes, tiveram sorte (...) e os ébrios; o vinho, de facto, excita a
confiança.
Outra ainda dimana da paixão irracional, por exemplo, do amor e da ira.
Se alguém está enamorado, é mais temerário que cobarde e enfrenta muitos
perigos, como aquele que no Metaponto matou o tirano, ou o cretense de que fala
a lenda; o mesmo se passa com a cólera e com a ira. Pois a ira é capaz de nos pô
r fora de nós. Por isso, se afiguram também corajosos os javalis, embora não
sejam; quando fora de si, têm uma qualidade semelhante, de outro modo, são
inconstantes como os temerários. Todavia, a coragem que nasce da ira é a mais
natural: a ira é, efectivamente, algo de invencível, e é por isso que os jovens
lutam melhor. A coragem cívica, pelo contrário, brota da lei. Nenhuma destas esp
écies é, na realidade, coragem, mas todas são úteis para encorajar nas situações
de perigo.


A Indagação das Causas e dos Princípios ( ARISTÓTELES )

Visto que esta ciência (a filosofia) é o objecto das nossas indagações,
examinemos de que causas e de que princípios se ocupa a filosofia como ciência;
questão que se tomará muito mais clara se examinarmos as diversas ideias que
formamos do filósofo. Em primeiro lugar, concebemos o filósofo principalmente
como conhecedor do conjunto das coisas, enquanto é possível, sem contudo possuir
a ciência de cada uma delas em particular. Em seguida, àquele que pode alcançar
o conhecimento de coisas difíceis, aquelas a que só se chega vencendo graves
dificuldades, não lhe chamaremos filósofo? De facto, conhecer pelos sentidos é
uma faculdade comum a todos, e um conhecimento que se adquire sem esforço em
nada tem de filosófico. Finalmente, o que tem as mais rigorosas noções das
causas, e que melhor ensina estas noções, é mais filósofo do que todos os outros
em todas as ciências. E, entre as ciências, aquela que se procura por si mesma,
só pelo anseio do saber, é mais filosófica do que a que se estuda pelos seus
resultados; assim como a que domina as mais é mais filosófica do que a que se
encontra subordinada a qualquer outra. Não, o filósofo não deve receber leis,
mas sim dá-las; nem é necessário que obedeça a outrem, mas deve obedecer-lhe o
que seja menos filósofo.
(...) Pois bem: o filósofo que possuir perfeitamente a ciência do geral tem
necessariamente a ciência de todas as coisas, porque um homem em tais
circunstâncias sabe, de certo modo, tudo quanto está compreendido sob o geral.
Todavia, pode dizer-se também que se toma muito difícil ao homem alçar-se aos
conhecimentos mais gerais; as coisas que são seus objectos como que estão mais
distantes do alcance dos sentidos.
(...) De tudo quanto dissemos sobre a própria ciência resulta a definição da
filosofia que procuramos. É imprescindível que seja a ciência teórica dos
primeiros princípios e das primeiras causas, porque uma das causas é o bem, a
razão final. E que não é uma ciência prática, prova-o o exemplo dos que
primeiramente filosofaram. O que, a princípio, levou os homens a fazerem as
primeiras indagações filosóficas foi, como é hoje, a admiração. Entre os
objectos que admiravam e que não podiam explicar, aplicaram-se primeiro aos que
se encontravam ao seu alcance; depois, passo a passo, quiseram explicar os
fenómenos mais importantes; por exemplo, as diversas fases da Lua, o trajecto do
Sol e dos astros e, finalmente, a formação do universo. Ir à procura duma
explicação e admirar-se é reconhecer que se ignora. (...) Portanto, se os
primeiros filósofos filosofaram para se libertarem da ignorância, é evidente que
se consagraram à ciência para saber, e não com vista à utilidade.


Felicidade e Virtude ( ARISTÓTELES )

Como, ao que parece, há muitos fins e podemos buscar alguns em vista de
outros: por exemplo, a riqueza, a música, a arte da flauta e, em geral, todos
aqueles fins que podem denominar-se instrumentos, é evidente que nenhum desses
fins é perfeito e definitivo por si mesmo. Mas o sumo bem deve ser coisa
perfeita e definitiva. Por conseguinte, se existe uma só e única coisa que seja
definitiva e perfeita, ela é precisamente o bem que procuramos; e se há muitas
coisas deste género, a mais definitiva entre elas será o bem. Mas, em nosso
entender, o bem que apenas deve buscar-se por si mesmo é mais definitivo que
aquele que se procura em vista de outro bem; e o bem que não deve buscar-se
nunca com vista noutro bem é mais definitivo que os bens que se buscam ao mesmo
tempo por si mesmos e por causa desse bem superior; numa palavra, o perfeito, o
definitivo, o completo, é o que é eternamente apetecível em si, e que nunca o é
em vista de um objecto distinto dele.
Eis aí precisamente o carácter que parece ter a felicidade; buscamo-la por ela e
só por ela, e nunca com mira em outra coisa. Pelo contrário, quando buscamos as
honras, o prazer, a ciência, a virtude, sob qualquer forma que seja, desejamos,
indubitavelmente, todas essas vantagens por si mesmas; pois que,
independentemente de toda outra consequência, desejaríamos cada uma delas;
todavia, desejamo-las também com mira na felicidade, porque cremos que todas
essas diversas vantagens no-la podem assegurar; enquanto ninguém pode desejar a
felicidade, nem com mira nestas vantagens, nem, de maneira geral, com vista em
algo, seja o que for, distinto da felicidade mesma.
(...) Todavia, ainda convindo connosco em que a felicidade é, sem contradita, o
maior dos bens, o bem supremo, talvez haja quem deseje conhecer melhor a sua
natureza.
O meio mais seguro de alcançar esta completa noção é saber qual é a obra própria
do homem. (...) Viver é uma função comum ao homem e às plantas, e aqui apenas se
busca o que é exclusivamente especial ao homem; é por isso necessário pôr de
lado a vida de nutrição e de desenvolvimento. Em seguida vem a vida da
sensibilidade, mas esta, por sua vez, mostra-se igualmente comum a todos os
seres - o cavalo, o boi, e em geral a todos os animais, tal como ao homem.
Resta, portanto, a vida activa do ser dotado de razão. Mas neste ser deve
distinguir-se a parte que não possui directamente a razão e se serve dela para
pensar. Além disso, como esta mesma faculdade da razão se pode compreender num
duplo sentido, devemos não esquecer que se trata aqui, sobretudo, da faculdade
em acção, a qual merece mais particularmente o nome que a ambas convém. E assim
o próprio do homem será o acto da alma em conformidade com a razão, ou, pelo
menos, o acto da alma que não pode realizar-se sem a razão. (...) Mas o bem, a
perfeição para cada coisa, varia segundo a virtude especial dessa coisa. Por
conseguinte, o bem próprio do homem é a actividade da alma dirigida pela
virtude; e, como há muitas virtudes, será a actividade dirigida pela mais alta e
a mais perfeita de todas. Acrescente-se também que estas condições devem ser
realizadas durante uma vida inteira e completa, porque uma só andorinha não faz
a Primavera, nem um só dia formoso; e não pode tão-pouco dizer-se que um só dia
de felicidade, nem mesmo uma temporada, bastam para fazer um homem ditoso e
afortunado.



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